"... eu vim para que tenham vida. (João 10:10)"
A busca humana por vida é ansiosa e, quase sempre, frenética! Sabemos que algo está errado quando nossa vida se torna aprisionada pelo casulo da falta de sentido. Desejamos, então, libertar-nos deste aprisionamento de uma vida massificada, insípida, sem cor e paradoxalmente "sem vida". Precisamos de vida! Carecemos de vida! Ansiamos por vida! Tal necessidade é a mais forte que se impõe sobre nós! Há um desejo incontido de se viver uma vida autêntica e não apenas existir; de "ser" e não apenas "estar" ou ser reduzido ao "ter". Esta sede de vida faz com que procuremos por uma fonte que jorre a água capaz de dessedentar-nos. Nesta busca pela fonte, contudo, logo descobrimos que inclusive neste âmbito há muita propaganda enganosa. A experiência frustrante com as fontes que não dessedentam nossa sede vida faz com que nos acostumemos com o "quase" ou que desistamos da busca. No texto de João 10.10, Jesus adverte sobre os poderes geradores de morte que matam, roubam e destroem a vida. Conhecemos bem estes poderes, haja vista que os enfrentamos constantemente em nosso dia-a-dia. Alguns há que, de tão feridos, tornam-se cambaleantes e mortalmente feridos! Você já parou para avaliar quais os poderes à sua volta estão minando sua vida? Para dessedentar nossa sede de vida precisamos da vida de Jesus em nós. Não se trata, contudo, "de viver com a ajuda de Cristo", mas de um nascimento do alto (João 3.5, 2 Coríntios 5.17) que faz com "Cristo viva a Sua viva em nós". "Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gálatas 2.19-20). Viver a vida de Cristo é a única forma de dessedentar a sede que temos por vida.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
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